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domingo, 25 de agosto de 2013

Não tem quando você rói as unhas de nervoso, tem frio na barriga, sorri do nada, pula, canta, é feliz sem motivo, se sente em paz? É, o nome disso é amor. Sentimento esse que nos faz transbordar de felicidade. Com a gente foi assim! Deus nos fez um para o outro, nós fazemos o encaixe perfeito, sabemos como agradar um ao outro sem precisar de uma palavra, nos entendemos num olhar. Nossa sintonia nos assusta as vezes. Somos um casal abençoado, e nosso futuro é lindo. As coisas pra gente aconteceram no tempo de Deus, tudo na hora certa. Esse amor é forte, é lindo, maravilhoso, abençoado, infinito. É com certeza, muito mais do que paixão, não vai passar. Enfrentaremos tudo, sem deixar de agradecer à Deus por tamanha felicidade, pois não há nada na terra que possa abalar esse amor, porque nossa proteção vem dos Céus. Que seja eterno enquanto dure. E que dure para sempre

domingo, 4 de agosto de 2013

Flagelo


É bem como eu disse: esse amor me mata mas me alimenta. Ausência que machuca, presença que alegra. Você, você. Toda essa bagunça tem como nome o seu nome. Porque é você quem me faz oscilar entre amor e ódio; entre amor e dor (porém, veja bem... amor é dor). E é por você que eu morro um pouquinho por dia. 
Só que o teu sorriso paga tudo. A tua presença vale a pena. Eu já disse que você me faz oscilar, né? E é por isso que eu choro e passa, que eu sofro e passa: você (ou esse sentimento unilateral que um dia vai acabar me matando) me faz feliz quando tá perto. E lembro de ter lido em alguma placa de viaduto por aí, que "se te faz feliz, não deixa escapar". É por isso que ainda tô aqui; por não te deixar escapar, por viver nessa felicidade alternada de com e sem você. Mas eu não ligo, o autoflagelo é válido... a semi alegria que sua presença proporciona faz com que tudo termine bem.

sexta-feira, 26 de julho de 2013

Faz falta


Cê tinha um jeito tão seu de me beijar. Parecia sem fim, eu lembro; a gente se encaixava de uma maneira gostosa, só nossa. O toque da sua boca na minha, o arrepio que meu corpo sentia quando seus dedos tocavam minha pele. Faz, faz falta. Cê tinha um jeito tão seu de me ganhar, de me presentear com seus abraços e suas palavras tão bonitas quanto a aurora. Me lembro bem, de cada coisa linda que me disse, das (nossas) lágrimas derramadas em meio as palavras. E olha, faz falta.
E mesmo distante, eu até que gosto desse jeito tão seu de me fazer lembrar. Lembrar de tudo o que foi bom e a cada vez diferente. Eu te amo, amo mesmo. E eu preciso de você. Porque me faz falta, muita falta tudo aquilo que desse jeito tão seu, foi meu. 

terça-feira, 16 de julho de 2013

Deixa doer


Deixa doer. Deixa chorar até sarar. Vive, vive esse luto. Cansa. Cansa de gritar quando estiver só; isso, grita mesmo. Joga pra fora toda essa sua raiva e dor e amor. O mundo nunca mais vai ser o mesmo, eu sei. Sei que tudo aquilo que já foi vivido vai passar na sua mente o tempo todo. Mas olha, é só na sua: não pensa que ela vai lembrar daquilo tudo, não. Foi ela quem colocou o ponto final. Não, não aceite vírgulas, não aceite ser o outro, não aceite migalhas porque o que você tem pra dar é muito, muito mais que isso. Ora, ora que melhora, reconheça Deus como o melhor amigo que ele sempre foi. Eu sei que vai doer. Eu sei que não vai voltar, não vai melhorar tão cedo e você nem vai ter coragem de falar isso pros outros. Faz o que o coração mandar; mas não, não volta enquanto não houver motivos além do amor pra voltar, pois foi com esse mesmo amor aí que você ficou sozinho daquela vez. Filtra, deixa o ruim sair inteiro. Foca, sua mente vazia não vai deixá-la partir. Deixa doer. Deixa partir. Deixa chorar. Deixa curar. O tempo não cura, mas ei... Deus vai mandar chuva boa pra poder baixar poeira, além do sol, pra fazer do terreno do seu coração um lugar onde as sementes escolham brotar.

domingo, 7 de julho de 2013

Initerrupto


Hoje, você já não pensa mais em mim. Não com toda aquela vontade de me ter em seus pensamentos, muito menos em sua realidade. As coisas por aí, por dentro de você, não tem mais a originalidade do “nós dois” nem nada; mudaram tanto que até seus amigos te perguntam se anda tudo bem. É, cê mudou e eu ainda não sei dizer se foi pra melhor, não. Mas se tiver tudo bem consigo mesmo, ta tudo bem com o mundo.
Só que tenho que dizer algumas coisas. Como por exemplo, que eu não parei de pensar em você, nem de te desejar por perto (perto demais) e muito menos da minha realidade ser um sonho de “nós dois”. Acho que posso te falar também que o meu amor nunca se transformará em um costume ou coisa assim. E que é amor (de verdade, daqueles que sacrifica a felicidade só pra arrancar um sorriso seu, só porque não há alimento maior pra alma) o que sinto aqui.
Vale lembrar que cada mudança sua é sentida fortemente aqui dentro. E dói muito ver que a cada transformar, eu vou ficando insignificante pra você. Mas o meu sentimento não parou, e parece que vai continuar assim, grande, forte, puro e persistente; até quando mudarem as circunstâncias.